ANÁLISE DA VIDA DE UMA ESTRELA

Autores

  • Juliana Maria de Moraes Nogueira Colégio Objetivo Plenitude Autor
  • Eduarda Ferreira Cruz Caltran Colégio Objetivo Plenitude Autor

Resumo

Ocorre a união de dois pequenos núcleos atômicos para a formação de um núcleo maior e instável. A fusão é mais fácil com núcleos pequenos, pois, uma vez que é necessário haver a colisão e a junção de dois núcleos, a repulsão entre as cargas positivas desses núcleos será menor.

Apenas pressões e temperaturas altíssimas conseguem fazer com que os elétrons se dispersem dos núcleos, facilitando a colisão.

O universo é composto por aproximadamente 73% de hidrogênio, 26% de hélio e 1% de outros elementos.

Para que ocorra o processo de fusão, é necessário superar a repulsão elétrica entre os dois núcleos.

Na formação do universo, foram produzidos o hidrogênio e parte do hélio. Posteriormente, formaram-se as primeiras estrelas.

Desde o momento em que uma nuvem de gás se condensa, inicia-se o processo de autogravitação. A gravidade comprime o gás em direção ao centro da futura estrela, obrigando-a a produzir energia, o que gera pressão suficiente para conter o colapso gravitacional.

O núcleo da estrela, que funciona como um gigantesco reator de fusão nuclear, processa a matéria do meio interestelar e sintetiza elementos químicos mais pesados.

A gravidade comprime a estrela até que ela esgote sua fonte de energia. As estrelas de pouca massa caminham para a morte resfriando-se lentamente, enquanto as de grande massa explodem de forma violenta, espalhando os elementos químicos que foram processados ao longo de sua vida.

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Publicado

2025-08-01

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