COMO O VISAGISMO E A MAQUIAGEM PODEM INFLUENCIAR NA PREVENÇÃO E TRATAMENTO PSICOTERAPÊUTICO DA DEPRESSÃO - A MATEMÁTICA E QUÍMICA PRESENTE NESSA PRÁTICA
Resumo
Segundo a Organização Mundial da Saúde, pelo menos 350 milhões de pessoas (5% da população registrada) vivem com depressão, e estima-se que, em 2020, esta será a segunda causa de incapacidade em saúde (Porto, 2004; World Health Organization, 2015).
No Brasil, segundo Andréa Guardabassi, mais de 75 mil pessoas foram afastadas do trabalho por depressão em 2016. Um dos pontos que devemos salientar é que esses números são extremamente altos, mas ilustram apenas um cenário onde as pessoas foram ou são capazes de reconhecer-se com a doença e buscar auxílio profissional.
De acordo com o Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo, “a depressão é um distúrbio afetivo que acompanha a humanidade ao longo de sua história”. No sentido patológico, há presença de tristeza, pessimismo e baixa autoestima, que aparecem com frequência e podem combinar-se entre si. É imprescindível o acompanhamento médico, tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento adequado.
A depressão é — e precisa ser — enxergada pela sociedade como uma doença perigosa, silenciosa e tão avassaladora quanto o câncer, visto que traz impactos desastrosos tanto na vida de quem sofre quanto na dos familiares. Em várias partes do mundo, há campanhas que visam à prevenção e ao combate à depressão. Campanhas como o Outubro Rosa, Setembro Amarelo e Agosto Azul visam auxiliar pessoas que sofrem ou que possam vir a ser pacientes dessa doença devido a algum problema ligado ao emocional ou estético.
Neste sentido, nosso trabalho é imprescindível. Muitas pessoas diagnosticadas com depressão passaram por algum fator que diminuiu sua autoestima. Nosso trabalho apontará, com base em dados teóricos, o quão importante é a autoestima no combate à depressão e como a maquiagem pode se tornar um alívio na luta contra a doença.
